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Rato em garrafa de Coca-Cola era fraude, diz juíza de São Paulo

Manaus - A juíza Laura de Mattos Almeida, da 29ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou indenização a um homem que alegou ter ingerido Coca-Cola contaminada com pedaços de rato.
O processo foi aberto pelo goiano Wilson Batista de Rezende, há dez anos, que entrou com processo na Justiça contra a Coca Cola.  O caso voltou a repercutir este ano por conta de matéria divulgado por uma emissora de televisão.
Na sentença, divulgada nesta quinta-feira, a juíza ressalta que há fortes indícios de fraude nas embalagens de refrigerante recolhidas para análise.  Laura de Mattos destacou ainda que “a segurança do processo de fabricação e envasamento tornam impossível a passagem para dentro da garrafa do corpo estranho apresentado pelo consumidor”.
“A possibilidade de ter havido fraude também é reforçada pela formação aleatória e não sequencial, na esteira de produção, do fardo de seis garrafas...”, diz a magistrada. Segundo a perícia do Instituto de Criminalística paulista, a possibilidade de contaminação é “praticamente nula para uma garrafa, considerando as limitações dimensionais e as barreiras existentes”.

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